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Violência contra a mulher: roda de conversa leva informação e rede de apoio às mulheres de Caxias

Um bate-papo descontraído e recheado de informações importantes à mulher. Assim foi a roda de conversa “Violência contra a mulher é problema meu, seu e de todos (as)”, na manhã desta terça-feira (15), no Cras de Caxias. Assistentes sociais do Centro Especializado de Atendimento à Mulher (Ceam) e agentes da Patrulha Maria da Penha informaram às assistidas da unidade sobre as formas de violência e a rede de proteção ofertada pela Prefeitura às mulheres vítimas de violência.
“A mulher tem onde buscar ajuda. No município de Quissamã, temos uma rede consolidada de atendimento à mulher vítima da violência. Oferecemos o Ceam, Neah, a Patrulha Maria da Penha, Creas, todos com equipe especializada e escuta qualificada. Precisamos divulgar cada vez mais, para que essa mulher se sinta segura”, ressalta a secretária de Assistência Social, Tânia Magalhães.
Durante a roda de conversa, as assistidas dos Cras interagiram com depoimentos, esclarecendo dúvidas e mensagens de apoio. “Já fui muito agredida e disse chega. Hoje, vivo apenas com meu filho. E encontrei na rede da prefeitura o apoio que eu precisava para me libertar”. “Acho muito importante o Neah, porque não trata apenas os agressores, de certa forma inibe possíveis agressores”. “É muito importante que uma mulher apoie a outra”.
A subsecretária de Assistência Social, Valquíria Barcelos, ressalta que o evento faz parte da programação do Mês da Mulher promovida pela Secretaria Municipal de Assistência Social e o Ceam. A roda de conversa será realizada também nos Cras de Barra do Furado e Casa Social da Penha.
“Nosso foco com essa roda de conversa é a prevenção, levar reflexão, fazer com que as pessoas se incomodem, denunciem a violência contra a mulher, consigam identificar relacionamentos abusivos. Precisamos do apoio de todos nesse enfrentamento. Seja rede de apoio para outra mulher. Ouça, encoraja, denuncie!”, frisa a coordenadora do Ceam, Nágila Oliveira.
A assistente social Natália Paula falou sobre as formas de violência contra a mulher e destacou que a patrimonial tem crescido, de forma considerável, nos últimos anos.
“Pegar o celular para verificar mensagens e ligações, quebrar o celular, danificar a roupa, se apropriar da renda da mulher ou até mesmo definir como a renda dela será utilizada. Tudo isso é violência patrimonial”, explicou a assistente social lembrando ainda da violência física, moral e psicológica.
Os agentes da Patrulha Maria da Penha, da Guarda Civil Municipal, Dixon e D Paula, também participaram da roda de conversa e falaram sobre o trabalho desenvolvido.
“Estamos disponíveis 24 horas por dia. Basta uma ligação, informações básicas e atenderemos prontamente, detendo o agressor e encaminhando e acompanhando a mulher vítimas de violências para onde for necessário, seja para o hospital ou a delegacia”, destacaram os agentes.

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