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Saúde de Quissamã realiza atividades sobre a linha de cuidado do risco nutricional

A Vigilância Alimentar e Nutricional, em parceria com a Estratégia de Saúde da Família – ESF, realizou encontros nas Unidades de Saúde da Família – USF de Matias, Caxias e Barra do Furado, para conversar sobre a Linha de Cuidado do Risco Nutricional do município, seguindo as diretrizes do Ministério da Saúde.
Na última quarta-feira (23), a nutricionista Viviane Soares, da USF de Matias, fez uma atividade com crianças e adolescentes da linha de cuidado com estado nutricional de baixo peso e abordou o tema: “Qual a importância da alimentação no desenvolvimento de crianças e adolescentes”? O grupo trabalhado nesta atividade aprendeu que até mesmo para engordar, é preciso priorizar a comida de verdade, os alimentos naturais como: vegetais, frutas, arroz, feijão, carnes, ovos, peixes, etc.
Segundo Viviane, proporcionar e incentivar hábitos alimentares saudáveis em crianças e adolescentes é uma das melhores maneiras de garantir um adulto com saúde.
“Os costumes que se consolidarem na vida de uma criança podem segui-los por toda a vida. Então, uma vida saudável deve ser a realidade desde criança, mas é preciso lembrar que a maneira mais correta de ensinar os nossos filhos a se alimentarem de forma saudável é dando um bom exemplo. Por isso é importante que toda a família esteja engajada neste processo de estilo de vida saudável”, afirmou a nutricionista.
Na manhã desta quinta-feira (24), as nutricionistas Jaqueline Freitas e Bruna Manhãs, das USFs de Caxias e Barra do Furado, respectivamente, falaram para os grupos de obesidade. Ambas puderam esclarecer dúvidas, incentivar a perda contínua do peso de forma saudável, evitando ingerir alimentos industrializados, guloseimas com muito açúcar e gordura, já possuem pouco valor nutricional e são engordativas.
Jaqueline abordou os pacientes com obesidade “Grau 3”, considerados graves e o tema foi: “Entre o que eu gosto e o que eu como”. Segundo Jaqueline, foi feito um COM MIDOGRAMA junto aos pacientes para que o consumo alimentar fosse avaliado. “O sabor, aparência, aroma, textura, situação econômica e disponibilidade, também são fatores determinantes, que acabam elevando o interesse, quanto o consumo de alimentos ultraprocessados, diminuindo o interesse por vegetais.
“O ideal é apostar numa alimentação livre de industrializados, deixando cada vez mais de lado os pacotes. É fundamental priorizar uma boa hidratação, alimentos que reponham os nutrientes necessários para o corpo de forma geral. Guloseimas com muito açúcar e gordura, também devem ser evitados”, afirmou Bruna Manhães.

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