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Quissamã terá Dia D de vacinação contra o Sarampo no sábado (4)

Enquanto o Brasil tem apenas 30% de cobertura vacinal contra o Sarampo, Quissamã atinge 55,7%, totalizando 871 crianças imunizadas, mas ainda está abaixo da meta traçada pelo Ministério da Saúde, de 95%. Vale ressaltar que o país já possui 19 casos confirmados e são investigados outros 217, mas Quissamã pretende ficar fora dessa estatística com o Dia D da Multivacinação, que acontecerá no próximo sábado (4), das 9h às 12h, no Centro de Saúde Benedito Pinto das Chagas.
O sarampo é uma doença infecciosa grave, provocada por vírus, transmitida pela fala, tosse e espirro, e extremamente contagiosa, podendo ser contraída por pessoas de qualquer idade. É caracterizada por febre, inflamação das mucosas do trato respiratório, erupção maculopapular generalizada seguida por descamação. É importante lembrar que a única forma de prevenção é a vacina disponível.
Todas as pessoas não vacinadas e que nunca adoeceram de sarampo são suscetíveis ao adoecimento, só a vacina garante a proteção. A vacina tríplice viral protege contra sarampo, rubéola e caxumba e está disponível nas Unidades de Saúde da Família – USFs para os trabalhadores da saúde e crianças de seis meses a quatro anos, 11 meses e 29 dias. É necessário levar a caderneta de vacinação.
Pessoas acometidas pela doença apresentam febre, manchas avermelhadas pelo corpo (exantemas), tosse, coriza, conjuntivite (olhos vermelhos e lacrimejantes), fotofobia (sensibilidade à luz) e pequenas manchas brancas dentro da boca (manchas de Koplik). A pessoa com suspeita, deve procurar imediatamente atendimento médico e a equipe de saúde possa agir para interromper a circulação do vírus entre as pessoas que tiveram contato com o doente.
“Vacinar contra o sarampo é importante para evitar complicações como cegueira e infecções generalizadas que podem levar a óbito. O sarampo é uma doença prevenível por vacinação, então aproveito para pedir aos pais e responsáveis, que compareçam ao Centro de Saúde no Dia D para que suas crianças fiquem tanto imunes, quanto seguras, contra a doença que já estava erradicada no Brasil, mas acabou perdendo o certificado de erradicação do sarampo após o aumento dos casos endêmicos”, declarou Natália Villaça, coordenadora do Programa de Imunização.

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