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Quissamã faz campanha sobre a prevenção do câncer de próstata

Cerca de 20 colaboradores da fábrica de água de coco, da Cooperativa Mista dos Produtores de Quissamã participaram de uma atividade itinerante da campanha Novembro Azul, organizada pelo Programa de Saúde do Homem, da Secretaria Municipal de Saúde de Quissamã. A palestra abordou a importância do pré-natal para os futuros papais, além de benefícios no envolvimento ativo dos homens, desde o planejamento reprodutivo, passando por todas as fases da gestação, parto e cuidados com o desenvolvimento do filho.
Durante a atividade, foram exibidos filmes educativos e realizados testes de glicemia. A aplicação de vacinas contra a Influenza, a distribuição de panfletos informativos e o depoimento do ex-paciente, Antônio Andrade da Silva, integraram o programa, que visa conscientizar o público masculino sobre a importância e a necessidade de prevenir o câncer de próstata, um dos mais frequentes, entre os homens.
Para contribuir na prevenção do câncer e de possíveis outras doenças, o coordenador do programa, Antônio Carlos Silva, alerta que o público masculino, assim como as mulheres, devem manter os seus exames em dia. E se, por conta da pandemia, deixaram de ir às consultas nas Unidades de Saúde da Família – USF, que retornem para solicitar o agendamento do acompanhamento.
? A campanha do Novembro Azul visa estimular ações e atrativos para a ampliação dos cuidados com a Saúde Integral do Homem, afirmou Antônio.
Caso o médico da USF detecte alguma alteração, o paciente será encaminhado para um especialista, que fará um exame mais detalhado com o intuito de avaliar o quadro clínico dele. A detecção precoce do câncer é uma estratégia utilizada para encontrar o tumor numa fase inicial e, assim, possibilitar maior chance de que o tratamento seja bem sucedido.
A detecção precoce pode ser feita por meio da investigação com exames clínicos, laboratoriais, endoscópicos ou radiológicos, de pessoas com sinais e sintomas sugestivos da doença ou de pessoas sem sintomas (rastreamento), mas pertencentes a grupos com maior chance de ter a doença.
Andrade, já curado, admite que a primeira reação dele, em relação ao exame e ao tratamento, foi preconceituosa: “vim da roça e não soube lidar com algo tão normal e necessário como o exame de toque. Mas, também tive medo. Descobri o câncer de próstata em 2009 com o PSA e só resolvi me cuidar em 2015. Perdi tempo demais, fiquei grave e se não fosse o trabalho dos profissionais da saúde de Quissamã, eu teria morrido”, afirmou, emocionado. “Tive que ser perseverante, pois com a minha demora em iniciar o tratamento, só me restava a fé e me agarrar à oportunidade, mesmo que tardia”, relata, ele.

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