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Quissamã encerra a Semana Mundial de Aleitamento Materno

A Secretaria de Saúde de Quissamã encerrou as atividades em comemoração a Semana Mundial de Aleitamento Materno. O tema escolhido deste ano foi “Proteger a Amamentação é uma responsabilidade de todos” já que é imprescindível para a sobrevivência, para a saúde e para o bem-estar dos bebês e das mamães e as Unidades de Saúde da Família (USFs) foram palco para palestras.
A campanha visa aumentar a conscientização e estimular ações relacionadas ao aleitamento materno. Atividades educativas para gestantes que aguardavam o atendimento da Enfermeira, na USF do Carmo, foram realizadas na quinta-feira (5). A nutricionista Viviane Soares falou sobre a importância de amamentar até os seis meses, sem introduzir nenhum outro tipo de alimento, visto que o leite materno tem todos os nutrientes indispensáveis para o bebê até essa idade. “Após esse período, a introdução alimentar deverá ser feita de forma lenta e gradual para avaliar a aceitação da criança, mantendo o leite materno até os dois anos ou mais”, afirmou Viviane.
Na última sexta-feira (6), a ação foi para as gestantes, puérperas e mães há mais tempo, que esperavam pela consulta com o pediatra na USF do Matias. Sobre o tema da campanha deste ano, Viviane frisou que a rede de apoio é essencial para o aleitamento materno. “A mulher precisa ter a proteção do aleitamento em todos os âmbitos, seja em casa, com a família e, até mesmo, os vizinhos; no trabalho, amparada pelas leis; na imprensa e com a divulgação de informações corretas sobre o assunto. A amamentação deve ser uma tarefa compartilhada com toda a sociedade”.
O papel do pediatra é destacado pela nutricionista, pois ele é uma figura central na promoção e apoio ao aleitamento. “Os pais também escutam muito os médicos, por isso, eles têm a responsabilidade de ter uma visão ampla sobre o assunto e nós, profissionais da saúde, precisamos estar juntos levantando essa bandeira do aleitamento materno”, alegou Viviane.
O leite materno é a melhor fonte de nutrição para bebês e a forma de proteção mais econômica e eficiente para diminuir as taxas de mortalidade infantil, sendo capaz de reduzir em até 13% os índices de mortes de crianças menores de cinco anos, segundo o Ministério da Saúde. O aleitamento materno protege a criança de doenças como diarreia, infecções respiratórias e alergias, além de evitar o risco de desenvolver hipertensão, colesterol alto, diabetes e obesidade na vida adulta.

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