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Pernilongos não oferecem risco de dengue

A população de Quissamã não precisa ficar assustada com a infestação do mosquito culex, conhecido como pernilongo ou muriçoca, nos últimos dias, nos bairros próximos de matas ou de pântanos, para se alimentar de seiva da vegetação ou néctar das frutas. Para se prevenir, os moradores devem instalar telas de proteção em portas e janelas de suas casas e utilizar repelente. Em relação ao uso do fumacê, a secretaria municipal de Saúde informou que a situação não atende a critérios técnicos, exigidos pela legislação em vigor.
O diretor de Vigilância Ambiental da secretaria, Leonardo Chagas, explicou que o culex não está associado à transmissão da dengue, chikungunya e Zika vírus. “Os índices do Aedes têm apontado controle do vetor. O último Levantamento Rápido do Índice de Infestação por Aedes aegypti (LIRAa) divulgado pela secretaria estadual de Saúde, realizado de 8 a 12 deste mês, foi de 1.1% e está acima de 0,1% preconizado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), que é de 1% tolerável”, destacou.
Ele acrescentou que, neste período, a Vigilância Ambiental realizou 750 visitas domiciliares na área urbana, quando constatou 11 focos do Aedes aegypti nos bairros centrais. “Com base nos dados obtidos no LIRAa, realizamos uma ação para reduzir esse número nos dias 12 e 13 deste mês em Piteiras e Caxias”, pontuou.
Fumacê – A utilização do carro fumacê só é indicada em localidades onde existe transmissão da dengue com casos confirmados ou óbitos, de acordo com as normas do Ministério da Saúde. Isso porque o inseticida pulverizado causa danos à saúde humana afetando com mais seriedade, crianças, idosos e pessoas com alergias respiratórias, além de causar danos ao meio ambiente matando aves, peixes e insetos, entre outros.

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