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Palestra conscientiza sobre câncer de próstata

Dentro da programação do Novembro Azul, a secretaria de Assistência Social promoveu na manhã de terça-feira (12), no auditório da Prefeitura, uma palestra de conscientização contra o câncer de próstata direcionada aos homens participantes do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos(SCFV) de Idosos e do Programa Renda Mínima, ministrada pelo médico geriatra da rede, Ricardo Mesquita. A abertura foi animada, com uma série de alongamentos coordenados pela professora de educação física Bruna Pessanha.
“Hoje conversamos um pouco sobre o câncer de próstata, na tentativa de orientar as pessoas sobre a prevenção, porque ter conhecimento sobre as doenças é extremamente importante para evitar complicações. Educação em saúde é muito importante e, com isso, as pessoas ficam sabendo como se proteger, como se prevenir e quando devem ser tratados, os tipos de exames que existem, o médico que deve ser procurado e quando deve se procurar. E no caso do câncer de próstata é ainda mais importante, porque se descoberto precocemente, as complicações são muito menores e permite ser tratado completamente”, explicou o médico.
Ele falou ainda sobre as complicações que podem ocorrer em quadros da doença, como o aumento exagerado da próstata, metástase para outros órgãos, ou seja, o sangue disseminando a doença para outros órgãos e, com isso, acarretando problemas muito mais sérios e graves. Segundo ele, o de próstata é, na maioria das vezes, um câncer que se desenvolve de uma forma muito lenta, mas existem alguns que são mais agressivos e que se desenvolvem com maior rapidez, mas esses são mais raros. E quando é feito o diagnóstico precoce se consegue evitar problemas, tratar completamente e conseguir a cura total.
Segundo a coordenadora do SCFV dos Idosos, Maria Madalena Moreira, o evento foi realizado especificamente para levar informações e tirar dúvidas sobre a doença. “Sabemos que o primeiro exame deve ser bem antes da idade dos idosos que temos aqui, que é o nosso público-alvo. Mas muitos deles nunca fizeram, talvez por vergonha do exame e precisam de mais informações sobre problema de saúde que atinge os homens. E temos a participação de muitas mulheres que, mesmo quando não têm mais o marido, ainda têm filhos e netos e levam as informações até eles”, esclareceu.

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