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Emoção marca a formatura dos assistidos pelo CAPS

Educação e inclusão são direitos de todos e em Quissamã isso tem pautado diversas ações. A tarde desta quarta-feira (7) foi de muita emoção no auditório do campus local do Instituto Federal Fluminense (IFF), com a formatura de 35 pacientes assistidos pelo Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) do município. Eles participaram, este ano, do Projeto “Borboletas são Flores que Aprenderam a Voar”, parceria entre a Prefeitura e a instituição tecnológica.
A cerimônia de encerramento do projeto contou com a participação da prefeita Fátima Pacheco, da subsecretária de Saúde Maria Bernadete Azeredo, além de professores e alunos do instituto, familiares dos formandos e profissionais do CAPS. A programação contou com apresentação dos alunos com a música “É Preciso Saber Viver”.
Vencendo as próprias barreiras, mostrando que também são capazes e que para aprender não tem limite de idade, os alunos concluíram com êxito os cursos de Informática, Pintura, Desenho e Educação Física. As aulas aconteceram no campus do IFF.
Fátima destacou a importância da parceria e acolhimento do IFF. “A proposta de inclusão, através do Projeto Borboletas são Flores que Aprenderam a Voar, mudou a rotina dos nossos assistidos pelo CAPS. Eles sabiam da existência da instituição, mas nunca se imaginaram fazendo parte dela, e hoje estão aqui recebendo seus certificados. Agradeço imensamente ao IFF, aos profissionais e alunos pela acolhida, pelo carinho, afeto e por fazerem parte dessa etapa da vida desses assistidos. Sabemos que ainda existe preconceito com as pessoas vistas como diferentes, mas temos que quebrar isso. Nada me dá tanta alegria do que ver eles vestidos de beca e prontos para a tão esperada formatura”, completou a prefeita.
O professor de Educação Física Alex Costa ressaltou que mais que ensinar, lidar com os alunos proporcionou momentos de muito aprendizado. “Quando conheci o projeto percebi o quanto ele era maravilhoso. Agradeço por feito parte dessa jornada e pela oportunidade que tive em trabalhar com um grupo tão especial, com capacidade de interagir e aprender”, pontuou.
O Projeto Borboletas são Flores que Aprenderam a Voar teve início em 2015, com o objetivo de promover a acessibilidade dos portadores de deficiência ao espaço institucional acadêmico, garantindo o direito de estar em uma sala de aula para receber educação formal, produzir e compartilhar conhecimentos junto à comunidade escolar.
Trata-se de um Projeto de Extensão, coordenado pelo professor Alfeu Garcia Júnior, conhecido como “Satu”, que por motivos pessoais não pode participar do evento de encerramento, mas deixou sua mensagem aos alunos. “Vocês moram no meu coração. Que tenham uma tarde feliz. Logo estaremos juntos”, disse.

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