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Educação popular em saúde potencializa combate ao COVID-19 com moradoras de Machadinha

Como uma poderosa ferramenta no combate ao Covid-19, a secretaria de Saúde recebeu no sábado (28) as professoras da Universidade Federal Fluminense (UFF) de Rio das Ostras, Maria Raimunda Soares e Hayda Alves; e da UFRJ de Macaé, Rute Costa, para uma atividade de educação popular em saúde com a comunidade quilombola de Machadinha. O encontro aconteceu na Casa de Artes e teve como pauta “Saberes Populares contra a Covid-19”. Na ação, as moradoras participaram de oficina de saboaria e manipulação de ervas medicinais, ministrada pela professora Tadzia Maya (GT Mulheres da Articulação Agroecologia Serramar). No término das atividades a Universidade realizou a doação de insumos e equipamentos para a Associação de Remanescentes de Quilombo de Machadinha (ARQUIMA), com intuito de dar continuidade aos trabalhos. O evento contou com a participação da equipe do Centro de Triagem Respiratória (CTR) e da Estratégia de Saúde da Família (ESF).
“É de suma importância atividades como esta realizada na comunidade de Machadinha, pois integra o conhecimento científico e popular, com objetivo de promoção da saúde e prevenção das doenças. A intenção da oficina é capacitar as mulheres da comunidade, para que em breve, se possa ter produção de sabão natural, acarretando geração de renda”, disse Milena Viana, coordenadora da ESF.
“A intenção da oficina é impulsionar o protagonismo da comunidade ao reconhecer os saberes populares como legítimos para enfrentamento de doenças como a Covid-19. As mulheres são especialmente importantes detentoras de saberes populares ancestrais, com um papel de destaque no cuidado familiar e comunitário. A roda de conversa sobre plantas medicinais foi possível a partir de um diálogo sobre o conhecimento que elas já possuem e praticam. A oficina de sabão natural, além de ser agroecológica, não prejudica a saúde das pessoas nem a natureza, e pode gerar renda. Temos também parceria com a ARQUIMA, que possibilitou a mobilização da comunidade quilombola de Machadinha, que nos recebeu com muito carinho”, concluíram as professoras envolvidas no projeto.

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