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Educação Inclusiva de Quissamã é referência para alunos de Pedagogia

Um grupo de 46 alunos do 6º período do curso de Pedagogia do Instituto Superior de Educação Professor Aldo Muylaert (Isepam), de Campos dos Goytacazes, foi recebido, nesta sexta-feira (17), pela equipe da Educação Inclusiva da secretaria de Educação de Quissamã. O objetivo foi conhecer, na prática, a teoria aprendida em sala de aula, na disciplina de Educação Inclusiva.
“Nosso objetivo, recebendo este grupo, é apresentar a Política Municipal de Educação Inclusiva, já estruturada em nossa rede, e apresentar alguns casos. Entre o que será possível conhecer estão o trabalho desenvolvido no Ciep Dr. Amílcar Pereira da Silva, onde temos o maior número de alunos inclusos em sala de aula regular, com patologias diferentes, que participam também de oficinas e têm rotina estruturada, de acordo com o plano individualizado”, informou a coordenadora do departamento de Educação Inclusiva, Cyntia Cristina.
Segundo ela, no Acampamento Cigano será feita uma apresentação da cultura, por um de seus representantes, e os alunos também conhecerão como é feito o trabalho de resgate, pela secretaria, das crianças da comunidade para a maior frequência à escola. Em Machadinha, será conhecida a diretriz quilombola já implementada e, na sequência, visitarão espaços culturais do município.
Para professora Helena Lima, que trabalha a disciplina de Educação Inclusiva no Isepam, para atrelar a teoria à prática os alunos optaram por passar por esta experiência e vivência em um espaço inclusivo, que é o caso de Quissamã. “Aqui são atendidas as modalidades de itinerantes, que são os ciganos; a política afirmativa, com a educação quilombola; a grande demanda da educação especial e a EJA. E essa diversidade toda não é encontrada em qualquer lugar. Então, nada melhor do que trazê-los para conhecerem uma política de Educação Inclusiva que já está estabelecida”, explicou.
Para os alunos, a experiência é muito válida e acrescenta ao que é discutido e aprendido apenas na teoria da sala de aula. “É muito enriquecedor, por nos permitir contato com um mundo com o qual não temos muito contato no dia a dia”, ressaltou Tatiane Sardinha.
“Uma visita como essa acrescenta muito em nossa formação, porque aprendemos, na teoria, a questão da inclusão e das ações afirmativas, mas poder ver na prática como é desenvolvido esse movimento com ciganos e quilombolas, principalmente quando na maioria das cidades o patrimônio cultural não é tão preservado assim, acrescenta em nossa formação profissional e também na pessoal”, completou Luiz Gustavo Borges.

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