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Divisão Ambiental resgata tamanduá mirim em residência

Um tamanduá mirim, conhecido como tamanduá de colete, foi resgatado na manhã desta quarta-feira (14), em uma residência na localidade de Pindobas, zona rural de Quissamã. Ele foi capturado por agentes da Divisão Ambiental, vinculada à Guarda Civil Municipal, que devolveram o animal ao seu habitat na Mata da Cerejeira, na RJ 178. Este ano, foram capturados em outras residências, animais ameaçados de extinção, como cachorro do mato, coruja e gambá, também devolvidos ao ambiente natural.
O trabalho de captura aconteceu por volta de 8h30 e foi feito com ajuda de uma rede. O animal foi transportado através de uma gaiola pelo comandante Ocimar Cabral, o inspetor Luiz Felipe e o GM Rodrigues.
O tamanduá mirim tem um padrão de coloração da sua pelagem que lembra um “colete” negro. O restante dos seus pelos tem uma cor que varia do amarelo ao marrom pardo. Dependendo da região geográfica, o colete do tamanduá mirim pode variar do negro ao castanho até um amarelado pouco destacado do resto do pelo do animal. Todos são todos da mesma espécie. Ele possui uma cauda que utiliza para subir e se manter na copa de árvores.
Outros – Outros animais ameaçados de desaparecer, como a coruja buraqueira, jacaré do papo amarelo, lontra, sabiá da praia são encontrados no Parque Nacional de Restinga de Jurubatiba (Parna), de 14.860 hectares, o equivalente a 14 mil campos de futebol e 44 km de extensão de praia. O parque está localizado entre três municípios, Campos, Macaé e Quissamã (com maior extensão territorial).

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