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Campanha Permanente de Segurança no Trânsito terá multiplicadores

Quissamã registrou 24 óbitos e 102 internações hospitalares provocados por acidentes de trânsito entre 2013 e 2017. Os números foram apresentados pelo secretário municipal de Saúde, Ricardo Tigre, durante o terceiro encontro para definir estratégias da Campanha Permanente de Segurança no Trânsito, realizado, na manhã desta quarta-feira (31), no auditório da Prefeitura. A prefeita Fátima Pacheco e o vice Marcelo Batista participaram da reunião, que vai fechar, em dois dias, as propostas, entre elas, a criação de multiplicadores em escolas, Defesinha Civil e Guarda Mirim e de entidades de classe, como Associação Empresarial.
Os representantes das coordenadorias de Segurança Pública, Defesa Civil, Esporte e Juventude e das nove secretarias, além da Procuradoria Geral do Município, Polícia Militar, Conselho Tutelar, Instituto Federal Fluminense (IFF), Colégio Cenecista Nossa Senhora do Desterro e Centro Educacional Nova Escola (Cene) falaram sobre o trabalho realizado e apresentaram sugestões para a campanha permanente.
De acordo com Tigre, a iniciativa deve ser apoiada pelos órgãos, entidades e sociedade civil. “Além do uso do álcool no trânsito, os números de óbitos e acidentes pode ser associado à imprudência dos motoristas devido ao excesso de velocidade. Estamos perdendo vidas com causas evitáveis”, disse.
O vice-prefeito e secretário de Obras, Serviços Públicos e Urbanismo, Marcelo Batista, ressaltou que a mobilização é um dever de todos. “Temos o compromisso de reverter esse quadro. As perdas familiares são irreparáveis. Todos devem se engajar nesta luta com conscientização para evitar novos danos”, ressaltou.
A prefeita Fátima Pacheco destacou que o tema que aborda o uso do álcool no trânsito é muito mais amplo e passa por uma questão cultural. “Nós, de uma cidade pequena, sofremos muito mais com isso. Não podemos achar normal um menino sair empinando moto, as pessoas dirigirem sem habilitação ou alcoolizadas. Essa naturalização nos causa inquietação. Podemos minimizar o problema, com informação, ajuda da polícia e conscientização das famílias”, finalizou.

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