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Artesãos recebem carteira profissional

A secretaria de Estado de Turismo do Rio de Janeiro, por meio Programa de Artesanato, em parceria com a Prefeitura de Quissamã, realizou na tarde desta segunda-feira (2) a entrega da Carteira Nacional do Artesão. A ação aconteceu na Casa do Empreendedor e contemplou profissionais de Quissamã, Rio das Ostras, Conceição de Macabu, Cardoso Moreira e Carapebus. O documento regulariza a atividade e permite a circulação de mercadorias, mesmo sem a emissão de nota, além de proporcionar vários benefícios exclusivos.
O diretor de fomento do Artesanato da Secretaria de Turismo do Estado, Attilio Guglielmo, reforça a importância do documento. “Essa carteira representa o reconhecimento da profissão de artesão e tem validade em todo território nacional, além de possibilitar aos profissionais a participação em feiras e garantir desconto em produtos na rede de lojas Caçula”, disse.
O secretário de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Turismo de Quissamã, Arnaldo Mattoso, falou da satisfação em participar desse momento de grande importância e agradeceu a secretaria de Estado e aos artesãos, que entenderam a importância de estarem cadastrados para receber a carteira. “Quissamã está ampliando o seu horizonte na questão do turismo e a gente espera que o artesanato seja, efetivamente, uma fonte de renda para quem se dedica a atividade. Esse momento representa o reconhecimento do trabalho das nossas artesãs, e de suas atividades, como atividade de geração de emprego e renda. É uma atividade muito importante para Quissamã”, enfatizou.
Em março deste ano, a Secretaria de Estado de Turismo, por meio do Programa de Artesanato, realizou o cadastramento de artesãos do município, com o objetivo de reconhecer a atividade como geradora de desenvolvimento regional e registro vivo da história local. O programa coloca em prática ações que visam o empreendedorismo para os inscritos, além de identificar e mapear a matéria-prima e técnica utilizadas pelos artesãos do Estado. O cadastramento também tem a finalidade de reconhecer o perfil do profissional e assim diagnosticar suas características e necessidades.
Para Antônia Cristina Rocha Peçanha, que confecciona crochê, tricô, ponto de cruz entre outras opções, ter o documento em mãos é um grande passo. “Aprendi a profissão ainda criança, com a minha mãe, e meu maior desejo é me dedicar cada vez ao ofício. Esse momento ¬é especial, uma conquista para quem está envolvido no ramo”, completou.

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