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Alunos do Centrinho participam de sessão do Cine Azul

O cinema do Centro Cultural Sobradinho recebeu, na tarde desta terça-feira (9), alunos do Centro de Atendimento Educacional Especializado de Quissamã, o Centrinho, com seus familiares e toda a equipe da unidade para uma sessão de cinema especial, denominada de ‘Cine Azul’, onde as condições do ambiente são controladas e regras não são cobradas. O filme apresentado foi o infantil Toy Story, que atraiu a atenção dos pequenos espectadores.
Iniciativa do Centrinho, o evento foi pensado e sugerido por alguns pais que, ao tomarem conhecimento da existência de tais sessões em Macaé, solicitaram que fossem realizadas aqui também, já que a Prefeitura de Quissamã possui um espaço adequado.
“Essa sessão é diferenciada, com luz controlada, som mais baixo e possibilidade de maior interação com os demais, já que as condições do ambiente são voltadas para as crianças com necessidades especiais, que precisam de momentos de lazer, onde possam ficar mais à vontade, sem regras e se sentindo bem, podendo viajar na imaginação. O que muda é a dinâmica do público, que tem liberdade de andar pelo espaço, de falar, brincar, ou seja, é quase uma terapia para eles, que podem interagir uns com os outros em um espaço que não é de escola e nem de tratamento”, informou a diretora do Centro de Atendimento Educacional Especializado, Gabriela Vasconcelos.
Segundo a coordenadora de Cultura e Lazer, Amanda Fragoso, o Cine Azul é uma importante ação de inclusão nos espaços culturais, em uma parceria com a secretaria de Educação. “Nesta sessão, muito além da apresentação de um filme, foi promovido um momento de interação entre crianças, familiares, profissionais e espaço cultural, onde valores como respeito, afeto e carinho foram ensinados e aprendidos por todos”, afirmou.
Para Priscila Dias Bernardo de Souza, mãe de Arthur, de 3 anos, e Anny, de 2, ambos apresentando condições do espectro autista, a tarde foi muito boa, por permitir a socialização dos dois com outras crianças que têm condições semelhantes. “Foi uma experiência diferente, a qual eles não tinham acesso, em um ambiente controlado”, completou.

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