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Parceria viabiliza investimento em saneamento básico

Dando prosseguimento à proposta de estruturar melhor a cidade, a Prefeitura publicou no último dia 25 Edital referente a concorrência pública para uma grande obra na área de saneamento básico. Serão duas novas Estações de Tratamento de Esgoto (ETE), uma em Santa Catarina e a outra para atender à Penha e a Praia João Francisco, e ainda a ampliação da de Piteiras, que já atende a área central da cidade.
Com previsão de execução de 18 meses, a obra tem valor de R$ 10.810.247,89 sendo, 7.800.000,00 financiado pela Fundação Nacional de Saúde – FUNASA e o restante pago com recursos próprios do município. Mas, segundo o engenheiro da secretaria de Obras, Francisco Siqueira, a intenção é que seja entregue entre 12 e 14 meses, atendendo expectativa da FUNASA.
Existem adequações a serem feitas, já que essa obra foi calculada com dados de 2014 e, por isso foi feita uma atualização, junto com a FUNASA, para uma repactuação de valores e, a partir daí, dar início à obra, após a licitação acontecer. Porque a obra só terá início após a autorização da Fundação, mas a expectativa é que comece ainda este ano, mesmo estando sujeita aos órgãos de controle externo e à própria FUNASA.
Ainda de acordo com o engenheiro, a ETE de Santa Catarina, como está muito deteriorada, deverá ter alguma coisa aproveitada mas, basicamente, será uma nova construção. As unidades da Penha e de João Francisco, serão posteriormente desativadas com a construção de uma nova, em trecho da estrada que liga o Centro à Praia, para atender às duas localidades.
“Essa mudança é um ganho ambiental muito grande, já que vamos retirar da área próxima ao Parque Nacional da Restinga de Jurubatiba o tratamento de esgoto, algo suscetível a vazamentos e possível de causar alguns problemas. Além de ser uma condicionante ambiental dentro do parque e que faz parte dos entendimentos com a administração do mesmo”, explicou.
O projeto inclui, ainda, a reforma e ampliação da unidade de Piteiras, que terá interligação com o bairro de Caxias e receberá maior volume de esgoto da área da Ribeira. Hoje a ETE tem capacidade de tratamento de 35 a 40 litros por segundo e passará a 50 l/s. Isso, segundo o engenheiro, em termos populacional atenderá ao crescimento dos próximos10 a 15 anos de Quissamã. Serão acrescidos novos equipamentos, feitas trocas, com trabalho também nas estações elevatórias, com troca de tubulações e outras mudanças necessárias.

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