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Atendimento no Hospital Municipal é feito com classificação de risco

Em Quissamã, a área de Saúde tem se destacado por ações em busca da melhoria dos serviços oferecidos à população. O Hospital Municipal Mariana Maria de Jesus, que é referência na região, vem se aprimorando sobre fluxo e qualidade dos atendimentos, baseando-se no Protocolo de Acolhimento com Classificação de Risco do Sistema Único de Saúde (SUS).
Os usuários, em ordem de chegada, são encaminhados diretamente para o acolhimento e atendimento pela enfermagem que, coletando informações pertinentes ao caso junto ao paciente ou seu acompanhante, através de uma escuta qualificada e a aferição de sinais vitais, se baseia no protocolo e classifica o paciente de acordo com sua prioridade. Essa classificação é diferenciada nas cores vermelho (emergência), amarelo (urgência), verde (sem risco imediato) e azul (quadro crônico sem sofrimento agudo) e nenhum paciente poderá ser dispensado sem ser atendido, ou seja, sem ser acolhido, classificado e encaminhado de forma responsável.
Os profissionais explicam que o trabalho em saúde implica o comprometimento do profissional em várias dimensões: prevenção, cuidado, proteção, tratamento, recuperação, promoção, enfim, produção de saúde. Já os serviços de urgência apresentam alguns desafios a serem superados no atendimento: superlotação, fragmentação do processo de trabalho, conflitos de poder, exclusão dos usuários na porta de entrada, desrespeito e desconhecimento aos direitos desses usuários, falta de articulação com a rede de serviços, etc. Dessa forma é preciso repensar e criar formas de agir em saúde que levem a uma atenção resolutiva, humanizada e acolhedora, a partir da compreensão da inserção dos serviços de urgência na rede local de saúde.
Ainda de acordo com as informações, além da implantação do protocolo de acolhimento, a Ouvidoria da Saúde no Hospital Municipal também é um espaço de acolhimento no qual o usuário é recebido e ouvido. Embora a palavra acolhimento tenha diversas abordagens, trata-se da ação de amparar sem discriminação a quem está solicita auxílio através da escuta. “Muitas vezes, o problema que aflige o usuário pode ter um desfecho simples e rápido. A partir do momento que o profissional dispõe de sensibilidade e conhecimento na escuta do usuário e tem o devido conhecimento para buscar soluções plausíveis, o processo de atendimento e resolução é agilizado”, explica a secretária municipal de Saúde, Simone Flores.

Ordem de atendimento após a classificação de risco

VERMELHO – Emergência (será atendido imediatamente na sala de estabilização);
AMARELO – Urgência (será atendido com prioridade sobre os pacientes classificados como VERDE)
VERDE – Sem risco imediato (somente será atendido após todos os pacientes classificados como VERMELHO e AMARELO)
AZUL – Quadro sem sofrimento agudo ou caso social e será atendido após todos os pacientes classificados como VERMELHO, AMARELO e VERDE

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