A Prefeitura de Quissamã, por meio da Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania, realizou nesta quarta-feira (10) um evento em alusão ao Dia Internacional dos Direitos Humanos, promovendo reflexão sobre dignidade, equidade e o fortalecimento das garantias fundamentais.
A programação contou com a palestra do advogado Mohand Araújo, mestre e doutorando pela Universidade Federal Fluminense (UFF), que apresentou uma análise clara e atual sobre os desafios da defesa dos direitos humanos no cenário contemporâneo.
A data, celebrada mundialmente, marca a proclamação da Declaração Universal dos Direitos Humanos (DUDH) pela Organização das Nações Unidas (ONU), em 10 de dezembro de 1948.
O encontro reuniu moradores, servidores municipais, integrantes da Guarda Mirim, participantes do programa Jovens em Ação, além de secretários e coordenadores do Governo Municipal.
A abertura foi conduzida pela secretária interina de Direitos Humanos e Cidadania, Valquíria Barcelos, que destacou o compromisso do município com políticas públicas voltadas à dignidade humana.
“Celebrar o Dia Internacional dos Direitos Humanos é reafirmar nosso compromisso diário com a dignidade e o respeito. Quissamã desenvolve ações contínuas, se preocupa com a garantia de direitos e trabalha para que todos sejam incluídos nas políticas públicas. Nosso objetivo é construir uma cidade cada vez mais justa, inclusiva e humana”, afirmou Valquíria.
O secretário de Governo, Róbisson da Silva Serra, também reforçou a importância da agenda institucional. “Este é um momento de reafirmação dos valores que nos orientam como gestão. Trabalhamos para que os direitos sejam efetivos no cotidiano das pessoas e para que as políticas públicas alcancem quem mais precisa”, destacou.
Durante sua apresentação, Mohand Araújo enfatizou a urgência de enfrentar desigualdades que ainda persistem. “A proteção dos direitos humanos é uma exigência civilizatória. É preciso enfrentar, todos os dias, as desigualdades estruturais que atingem mulheres, indígenas, pessoas negras, populações pobres e a comunidade LGBTQIAP+. Só assim avançaremos como sociedade”, afirmou.





